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O texto aborda o papel dos professores na educação a distância e como suas práticas e adaptações influenciam a qualidade do ensino e a experiência dos alunos. Também discute a relação entre as responsabilidades docentes e as estruturas institucionais e tecnológicas, oferecendo uma análise crítica sobre o impacto dos educadores na evolução do EaD.

Em celebração ao Dia Nacional da Educação a Distância (EaD), o Desafios da Educação, em parceria com a Plataforma A, levantou novas discussões a respeito da inteligência artificial (IA) aplicada ao ensino superior. Realizado na última segunda-feira (27/11), o Desafios da Educação Talks teve transmissão ao vivo pelo Youtube.

A qualidade do ensino superior está em debate e a bola da vez são os cursos a distância. O tema voltou à pauta devido aos resultados do último Censo do Ensino Superior e do Exame Nacional de Desempenho dos Estudantes (Enade). Nos últimos dez anos, o número de graduações a educação a distância (EaD) aumentou 700%, saltando de 1.148, em 2012, para 9.186, no ano passado.

Quando o assunto é custo-benefício no ensino superior, a dúvida entre educação a distância (EaD) ou presencial é constante — para os alunos e para as instituições de ensino. E quando se trata da pós-graduação o dilema pode ser ainda maior. Apesar do ensino presencial concentrar a maior parte das matrículas, cresce a cada ano a participação do EaD nesses tipos de cursos.

Em 2018, a faculdade Censupeg decidiu implantar a aprendizagem baseada em projetos (ABP) em seus cursos de educação a distância (EaD). Naquela época, no entanto, a abordagem funcionava de um jeito diferente: no final de cada disciplina, era entregue um pequeno projeto, que, ao fim do semestre, virava um projeto maior.

De que maneira é possível construir novos processos de aprendizagem, utilizando conceitos pedagógicos avançados e recursos tecnológicos de ponta, sem perder a identidade da instituição de ensino? Este foi um dos temas debatidos no podcast A Voz do Conhecimento, produzido durante o 28º Congresso Internacional ABED de Educação a Distância (CIAED), evento realizado de 15 a 18 de outubro no Centro de Convenções Riocentro, no Rio de Janeiro.

Confirmando a tendência dos últimos anos, o número de ingressantes na educação a distância (EaD) cresceu em 2022. Dos 4,7 milhões de estudantes que iniciaram a graduação no ano passado, mais de 3,1 milhões se matricularam em um curso EaD. Ou seja, a modalidade já recebe dois a cada três estudantes que ingressam nas instituições de ensino superior (IES). Desde a primeira vez que o EaD superou o presencial em número de ingressantes, os números não caíram.

A educação a distância (EaD) é a modalidade favorita dos brasileiros que desejam cursar uma graduação. Segundo a edição 2021 do Mapa do Ensino Superior, o número de matrículas nesse formato cresceu 19,7% em 2021, ante uma queda de 5,5% do ensino presencial. Nos últimos dez anos, o número de graduações a educação a distância (EaD) aumentou 700%, saltando de 1.148, em 2012, para 9.186, no ano passado.

Quatro anos depois de uma portaria da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) permitir a oferta de mestrado na modalidade de educação a distância (EaD), nenhum curso do tipo conseguiu aval para funcionar no Brasil. Essa realidade, no entanto, deve mudar até o final do ano. A assessoria de comunicação da Capes informou ao Desafios da Educação que 14 propostas seguem em análise pela pasta.











