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Em maio de 2025, a educação a distância (EaD) no Brasil mudou para sempre. Agora, instituições de ensino (IES) correm contra o tempo para se adaptar à Nova Política de EaD. Em um prazo de dois anos, será preciso repensar vários aspectos, da distribuição da carga horária presencial à infraestrutura física dos polos.
Para evitar que a fase de adaptação se tornasse caótica, algumas instituições optaram por agir antes da hora. É o caso da Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo (Fameesp).
A IES de Ribeirão Preto escolheu um caminho certeiro: a incorporação das Unidades de Aprendizagem (UAs) da Plataforma A como parte central de sua experiência acadêmica. Iniciada há quase uma década, essa transformação pedagógica agora se revela decisiva diante dos desafios enfrentados pelas instituições que oferecem educação a distância (EaD).
A trajetória da Faculdade Metropolitana na modalidade começa em 2016, com a inauguração do portal de cursos online Estude Sem Fronteiras. Três anos depois, veio o credenciamento para atuar na EaD, que, na época, era vista com certa resistência pela população.
CEO da Fameesp, o professor Antonio Marcos Esteca acompanhou toda a evolução da IES na oferta de educação a distância — inicialmente como coordenador do curso de Ciência da Computação (presencial), depois como gestor. Ele lembra que o preconceito com a EaD só foi diminuir durante a pandemia, quando mais estudantes aderiram à modalidade.
“A partir daí, a educação a distância deixa de ser um plano B para se tornar o plano A. As pessoas passaram a optar pela modalidade não só pela conveniência, mas também pela qualidade que ela consegue trazer”, afirma.
A demanda aumentou, mas a oferta também. Entre 2012 e 2022, o número de cursos EaD no país cresceu 700%. Para se destacar, a IES precisava de uma estratégia que a permitisse ampliar o portfólio de cursos em um tempo relativamente curto — e sem perda de qualidade. Após realizar uma pesquisa que envolveu diversos players do mercado, a Faculdade Metropolitana decidiu utilizar as Unidades de Aprendizagem da Plataforma A. Segundo Esteca, além da diversidade de recursos oferecidos, a experiência do usuário foi um dos diferenciais.
O passo seguinte foi a implementação da SAGAH, que revolucionou totalmente a experiência de aprendizagem ao oferecer uma solução integrada para conteúdo e plataforma. “Essa integração com ambientes de conteúdos nem sempre é algo tão simples de se fazer. Nesse caso, foi bem tranquilo: em pouco tempo, e por um custo acessível, conseguimos ampliar sobremaneira a nossa oferta de cursos”, elogia.
Quase dez anos depois, as ferramentas da Plataforma A fazem parte da cultura da IES. De acordo com o CEO, a escolha se mostrou acertada tanto pela experiência do professor quanto do aluno.
“Muitas soluções trazem materiais ultrapassados ou limitados. No caso da Plataforma A, além de as UAs contarem com conteúdos atuais, oferecem uma diversificação de objetos de aprendizagem — vídeos curtos, quizzes, leituras selecionadas — e um ambiente interativo que faz toda a diferença no engajamento, sobretudo para as novas gerações.”
Do ponto de vista da gestão, Esteca salienta que a integração ajuda a poupar tempo e energia, pois permite a rápida configuração do ambiente para a parametrização das disciplinas no início de semestre — e até mesmo seu reaproveitamento. “Caso a disciplina já tenha sido oferecida em um semestre anterior, é possível importá-la de maneira simples e ajustá-la para o atual, garantindo que todos os conteúdos e configurações estejam corretos”, exemplifica.
O gestor faz questão de desmistificar uma ideia muito difundida sobre a produção de conteúdo para o ambiente virtual: a de que a IES ficará refém única e exclusivamente dos materiais didáticos criados pela empresa parceira. “Utilizar os recursos da Plataforma A não nos impede de incluir conteúdos externos, inclusive os que nós criamos, por meio de professores regentes e conteudistas. Em outras plataformas, você só consegue explorar o que está dentro do sistema”, compara Esteca.
Para ele, essa flexibilidade é uma vantagem, especialmente quando se olha para o novo marco regulatório. “Não existe somente um tipo de material didático, e muito menos uma única abordagem pedagógica. Desse modo, um ambiente que permite combinar vários conteúdos acaba se tornando um diferencial.”
O CEO da Faculdade Metropolitana entende que, diante de uma regulamentação mais rígida, haverá também uma demanda maior por conteúdo didáticos de qualidade para os formatos EaD e semipresencial (ou híbrido). Mas isso só ocorrerá por meio de um processo de criação e atualização controlado e devidamente documentado.
Na visão de Esteca, as Unidades de Aprendizagem desempenham um papel estratégico também nesse aspecto, oferecendo embasamento técnico e teórico para que os educadores produzam materiais próprios. Ele lembra que há uma distinção clara entre o professor conteudista e o regente — e, com auxílio das UAs, o segundo pode propor conteúdos baseando-se tanto no acervo da plataforma quanto no conhecimento que já possui.
“A Plataforma A se torna um aliado essencial nesse sentido, ao permitir que os docentes integrem conteúdos estruturados com suas próprias contribuições, atendendo não apenas às exigências do novo marco, mas também dos instrumentos de avaliação de curso do Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira)”, observa.
Tanto no formato EaD como no semipresencial, é consenso que os encontros físicos devem ser aproveitados para realizar atividades mão na massa. Na Fameesp — que conta com estrutura própria em todos os polos —, é exatamente isso o que acontece.
“Quando a gente leva o aluno para dentro do polo, tem toda uma orientação sobre como ele vai desenvolver aquele projeto, que deve ser de cunho prático. Porque a parte teórica, de responder questões, o estudante pode fazer em sua própria casa”, acredita Esteca.
Ele defende que algumas práticas devem obrigatoriamente ocorrer em ambientes externos (como uma clínica médica, por exemplo), mas que a presencialidade tem um outro objetivo: promover a curricularização da extensão.
Para estimular essa prática, a Faculdade Metropolitana organiza concursos anuais de projetos extensionistas, incentivando os estudantes a desenvolver ações junto a comunidades carentes. “O que percebemos nesses concursos é algo emocionante: alunos levando conhecimento, prestando serviços e transformando vidas nas comunidades mais necessitadas”, destaca o CEO.
Além de dirigir as IES ligadas à Faculdade Metropolitana, Esteca integra o Banco de Avaliadores do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior (BASis), do Inep, desde 2018. Ou seja, o gestor sempre esteve atento às discussões do CC-Pares, conselho de regulação do ensino superior, sobre o marco regulatório.
“Acompanhei todo o processo desde o início e já fui adequando, nas nossas instituições, aquilo que imaginava que viria a ser implementado na Nova Política de EAD”, explica. Isso, evidentemente, representou uma vantagem para a Fameesp, que saiu na frente ao antecipar as mudanças necessárias.
Grande parte das informações sobre o decreto foram compartilhadas pelo educador em seu LinkedIn, de forma a auxiliar outros gestores a entenderem o novo cenário. “Meu objetivo é construir pontes entre a legislação e a prática — sempre com visão crítica, mas construtiva”, resume.
Para Esteca, a criação de um novo marco regulatório era necessária, pois havia instituições oferecendo EaD “de qualquer jeito”. Ele considera que o estudante muitas vezes trilha um “caminho solitário”, o que acaba resultando em baixo rendimento e até mesmo evasão. Nesse sentido, considera fundamental a figura do mediador pedagógico.
O gestor também considera positiva a exigência de mais atividades in loco nos polos. “Vejo valor na avaliação presencial não como uma mera prova, mas como uma oportunidade de aproximar o aluno da IES, de gerar pertencimento e clareza sobre seu percurso. Nas nossas instituições, isso já está implantado”, ressalta.
Entre os pontos negativos, ele destaca a proibição do compartilhamento de polos, que vai contra o conceito de economia compartilhada — como ocorre com os espaços de coworking. “O compartilhamento pode viabilizar uma estrutura melhor, beneficiando o aluno. Não vejo nenhum problema, ainda mais entre instituições do mesmo grupo econômico.”
Outro ponto que o educador considera crítico é a carga presencial de alguns cursos. Exigir 40% de presencialidade, mais 20% de atividades síncronas mediadas, em cursos da área de Engenharia, por exemplo, parece excessivo. “Isso pode excluir muitas pessoas da EaD, ou mesmo da educação superior”, argumenta. Por fim, ele diz que não adianta nada impor tantas regras se não houver supervisão por parte da Secretaria de Regulação e Supervisão da Educação Superior (Seres).
Ainda assim, o CEO da Faculdade Metropolitana defende que o setor adote uma postura propositiva. “Mais do que criticar, é hora de estudar, compreender e agir”, conclui.
Em um cenário regulatório cada vez mais exigente, a Faculdade Metropolitana do Estado de São Paulo aposta em um tripé que combina inovação pedagógica, qualidade acadêmica e impacto social. Um caminho que, segundo Antonio Esteca, não tem volta: “Estamos vivendo um novo momento da EaD no Brasil. E quem investir em qualidade e inovação, sai na frente.”
Com o auxílio da Plataforma A, essa transição pode ser feita com agilidade, suporte especializado e total conformidade regulatória. E o melhor: sempre mantendo o foco na experiência do estudante e na qualidade do ensino.
Para saber mais sobre nossas soluções, é só entrar em contato com um de nossos consultores.
Por Redação
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