7 dicas para o uso de big data nas IES

Tatiana Reckziegel • 22 de maio de 2019

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    Toda e qualquer informação já captada e armazenada pela instituição de ensino superior (IES) pode orientar ações para melhorar a aprendizagem dos alunos ou tornar a gestão mais assertiva. A seguir, o Desafios da Educação elenca 7 dicas para o uso de big data nas IES.

    1. Definir um objetivo estratégico

    Só assim a IES saberá aonde quer chegar com o projeto. Parece trivial, mas ter um objetivo traçado é imprescindível para investir com assertividade na análise de dados. O planejamento estratégico da instituição pode ser utilizado como base.

    2. Escolha os dados

    Tendo o objetivo, é hora de escolher quais dados serão analisados, tornando-se bons indicadores. Alguns exemplos: número de reservas de livros na biblioteca, assiduidade, tempo online no LMS ou mesmo informações do histórico escolar (antes do ingresso na faculdade).

    3. Encontre a solução tecnológica certa

    Opções não faltam no mercado. Pesquise as empresas de ponta e vá atrás de referências. Conversar com usuários é a melhor forma de saber se determinada plataforma entrega o que promete, se tem boa usabilidade e, não menos importante, se o suporte não vai deixar você na mão.

    4. Gere insights a partir da informação

    Depois que as informações forem processadas, dedique tempo para identificar os padrões entre números e entender as correlações. A partir desse trabalho a análise passa a ser realmente produtiva.

    5. Transforme ideias em atitudes

    Insights são apenas embriões do que você pode concretizar com big data. Confie nos dados e desenvolva programas que proponham ações práticas. Não esqueça que tudo deve estar alinhado com seus objetivos para ser realmente estratégico para a instituição.

    6. Monitore os resultados

    Ações implementadas não significa missão cumprida. Iniciativas baseadas em dados devem estar sempre sendo monitoradas. Estabeleça indicadores de sucesso e acompanhe os números constantemente.

    7. Esteja aberto para corrigir a rota

    Quando identificar algo que possa ser aprimorado, não hesite. O monitoramento dos indicadores deve gerar novos insights e, assim, retroalimentar o programa. Com aprendizado constante sobre a performance da iniciativa, é muito mais fácil acertar o prumo.

    Por Tatiana Reckziegel

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