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Conheça 4 fintechs com linhas de crédito estudantil

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fintechs de financiamento estudantil

Cortes em programas governamentais obrigam estudantes a buscar alternativas de financiamento estudantil. Crédito: reprodução.

Com o enxugamento do Fies, o programa de financiamento estudantil do governo federal, e até mesmo o corte de bolsas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), os estudantes estão sendo obrigados a buscar alternativas para bancar seus estudos.

De olho nisso, tanto universidades particulares quanto fintechs – as startups do setor financeiro – apostam em linhas de crédito estudantil.

Nas fintechs, a promessa é de empréstimos rápidos, com contratação 100% digital e taxas de juros mais baixas quando comparadas com as de bancos tradicionais, tanto para graduação quanto para pós-graduação.

A seguir, confira quatro fintechs de financiamento estudantil.

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PraValer

A startup PraValer oferece apoio financeiro para ingressar ou se manter no ensino superior. A empresa subsidia total ou parcialmente mensalidades para cursos de graduação em mais de 500 instituições privadas. O processo de contratação é feito a partir da plataforma do programa, que define o pagamento mensal conforme o orçamento do estudante.

Segundo a fintech de financiamento estudantil, a maior parte dos alunos obtém o crédito universitário sem juros – a taxa máxima é de 2,19% ao mês, a depender da IES escolhida. A startup já atendeu cerca de 200 mil alunos de todas as regiões do país.

Intesector

O foco da Intersector é o financiamento de cursos de pós-graduação lato sensu, como especializações, MBA, educação continuada, cursos in company e universidades corporativas. Desde 2013, a empresa afirma ter oferecido crédito a mais de 30 mil alunos no Brasil e no exterior.

A análise de crédito da Intersector inclui uma avaliação curricular do aluno. O objetivo é investir em profissionais que buscam capacitação e têm potencial para contribuir para o desenvolvimento acadêmico, econômico e social das suas áreas de atuação.

A fintech de financiamento estudantil trabalha de maneira integrada com instituições de ensino superior (IES) e escolas de negócios. Os estudantes podem escolher o curso e fazer o processo de contratação diretamente com as IES parceiras. A simulação, avaliação e concessão do crédito são realizadas digitalmente.

Mova

A Mova foi a primeira fintech brasileira a receber autorização para funcionamento na categoria de Sociedade de Crédito entre Pessoas (SPE), o que a permite realizar empréstimos sem intermediação bancária, conhecidos como peer to peer lending, ou simplesmente P2P.

Nesse modelo, a plataforma conecta investidores e estudantes que precisam de dinheiro para financiar seus estudos. Para os primeiros, a fintech garante uma rentabilidade maior na comparação com investimentos tradicionais. O estudante, por sua vez, se beneficia de juros mais baixos.

Além de atender pessoas jurídicas e pessoas físicas, a Mova possui linhas de crédito específicas para custear cursos de pós-graduação.

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Biva

A Biva começou a atuar (também) como uma fintech de financiamento estudantil através de um projeto piloto, em 2017, para cerca de 100 alunos. Todos os participantes renovaram o crédito do primeiro para o segundo semestre, reforçando a aposta da empresa nesse segmento.

A fintech também utiliza o modelo P2P. Além de linhas específicas para estudantes, a Biva possui um serviço de mentoria que ajuda o formando a entrar em contato com empresas para encontrar uma colocação no mercado de trabalho.

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Redação
A redação do portal Desafios da Educação é formada por jornalistas, educadores e especialistas em ensino básico e superior.

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